Os operadores de retalho estão a recuperar confiança no mercado nacional. A conclusão é avançada por um estudo da Jones Lang LaSalle, Retailer Sentiment – Inquérito aos Operadores – Portugal, que revela intenções de expansão e expectativas de crescimento por parte da grande maioria das empresas contempladas. Entre as quase 100 marcas, de origem nacional e internacional a operar no mercado português, inquiridas para a condução do estudo, quase todas admitem ter planos de expansão para os próximos 12 meses e cerca de 52% têm expectativas de ver crescer o seu volume de vendas no mesmo período.

As marcas nacionais parecem mesmo ser as mais activas, com cerca de 60 por cento a considerarem planos de expansão no prazo de um ano. Regionalmente, excluindo a região da Grande Lisboa, é a região Centro (23 por cento) a recolher maior preferência entre os lojistas para operar a sua expansão, seguida da região Norte e do Algarve, ambas com 16 por cento das intenções. No que diz respeito ao formato escolhido para a expansão, o centro comercial continua a estar no topo das preferências, seguido pelo comércio de rua.

Segundo o estudo, o mercado de retalho português decresceu cerca de 4 por cento face a 2008, em termos de ABL (Área Bruta Locável) inaugurada em 2009. Nesse ano abriram ao público oito centros comerciais e quatro retail parks num total aglomerado de 310.000 m² de ABL. Para 2010, a consultora que conduziu o estudo estima que surjam no mercado aproximadamente 207.500 m² de nova ABL, repartidos entre centros comerciais e retail parks.

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Num momento diferente, hoje trago-vos uma publicidade que me tocou.
Como muitos de vós, recebo muito correio electrónico de amigos sobre os mais variados temas. Este não foi excepção.
Sobre a temática da “educação na infância” e o cuidado que todos nós devemos ter e “formar melhor” quem cresce ao nosso redor.

A “Child Friendly” foi uma iniciativa social do NAPCAN – The National Association for Prevention of Child Abuse and Neglect. – O seu principal objectivoé alertar a sociedade para a importância que as crianças têm e a responsabilidade que são para todos nós.

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Osservatore Romano

É a igreja dos tempos modernos. A partir de hoje, os fiéis podem descarregar diariamente orações para o iPod e rezar no metro ou no trânsito. O projecto, falado em português, chama-se “Passo a rezar”

Quando Bento XVI aterrar em Portugal, no dia 11 de Maio, poderá encontrar muitas pessoas com quem partilhar um dos mais recentes vícios de que tem desfrutado nos corredores do Vaticano. Desde 2006, o Santo Padre não larga o seu iPod nano de 2GB, oferecido por um grupo de funcionários da Rádio Vaticano na primeira visita de Bento XVI à estação, quando esta celebrava 75 anos de existência.

O Papa até está nomeado para um Brit Award – na categoria de Melhor Álbum de Música Clássica, uma vez que participa no disco “Alma Mater, Music from the Vatican” -, mas o seu iPod tem muito mais do que música. Bento XVI é um dos muitos fãs no mundo inteiro que se renderam ao projecto “Pray as you go”, desenvolvido por jesuítas britânicos. O conceito, com milhares de seguidores diários, chega hoje a Portugal, falado em português. Chama-se “Passo a rezar” e traduz-se em dez minutos de oração diária em MP3. O objectivo da Igreja é acabar com a típica – e provavelmente mais repetida – desculpa dos fiéis para não rezar: falta de tempo.

Com a palavra de Deus no iPod, a oração passa a poder fazer-se individualmente em transportes públicos, no trânsito, no trabalho ou até durante outras actividades prosaicas como a corrida matinal ou as tarefas domésticas. O serviço é gratuito e os conteúdos são disponibilizados no site www.passo-a-rezar.net, em formato MP3 e WMA. A oração diária inclui um trecho do Evangelho, seguido de uma meditação. Tudo acompanhado com música de fundo – desde música sacra contemporânea, a música do mundo, incluindo portuguesa.

Modernizar a Igreja O site ainda não estava disponível e já tinha recebido, a meio da tarde de ontem, mais de 2 mil pré-inscrições de utilizadores interessados em receber os conteúdos. “A maioria já seguia a versão inglesa”, garante um dos mentores do projecto, o jesuíta Francisco Martins.

O conceito português apresenta algumas inovações. Desde logo, não é obrigatório fazer o download dos ficheiros – ao contrário do que acontece em Inglaterra. “Estão disponíveis para ouvir na hora, o que poupa tempo a quem estiver ao computador”, explica. Por outro lado, o download pode fazer-se em duas modalidades: descarregando um conjunto de orações semanal, ou diariamente, ficheiro a ficheiro.

O conceito, garantem os jesuítas, assenta na noção de mobilidade. E está ajustado ao estilo de vida urbano. “As pessoas já não rezam só na igreja. Queremos responder à necessidade de rezar onde o ritmo da vida o impõe”, justifica Francisco Martins ao i. Até porque, garante, “a ida para o trabalho já é propícia a uma certa reflexão e introspecção. O que queremos é que essa meditação passe a ser feita através do encontro com Deus”.

Castings O trabalho da Companhia de Jesus, através da obra do “Apostolado da Oração”, começou nos estúdios da Rádio Renascença em Setembro. O jornalista da SIC Paulo Nogueira e 17 voluntários – “advogados, gestores, empresários” – emprestaram a voz às orações. No final de Novembro, arrancava a fase de castings para escolher as melhores vozes – dos 50 candidatos iniciais, sobraram menos de 20 colaboradores, depois das provas vocais. “O conceito pode parecer demasiado simples, mas o projecto deu muito trabalho, desde as gravações até ao licenciamento das músicas, passando pelos testes de conteúdos”, recorda o jesuíta.

Ontem, ao final da tarde, ficaram disponíveis para download os primeiros ficheiros, com as orações diárias das próximas duas semanas. A partir de agora, a equipa responsável pelo projecto compromete-se a continuar a propor aos fiéis que substituam a música e o auto- -rádio nas viagens de carro por orações. Duas vezes por mês – uma em Lisboa e outra no Porto – serão gravados os conteúdos para o mês seguinte.

Só não há orações para os fins-de-semana. Deus tira folga aos sábados e domingos? Francisco Martins garante que não. “O projecto é pensado para o frenesi dos dias úteis e aos fins-de–semana há outra forma de cultivar a vida cristã”, esclarece.

Citando: Ionline
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If portrait photography is something you’ve struggled with, or if you feel stuck in the same pattern and want some additional inspiration on different techniques, check out the 21 Beautiful Portrait Photos on Imagekind below.

Portrait photography is one of the most basic functions of the camera. The art of portrait photography has been around since the camera’s inception and is one of the predominant reasons the camera has become a mainstay device in modern life. We all know this. Camera’s have the power to capture the special memories of life, and there are few better memories than the people you surround yourself with.

man on break by Jordan Kologe
man on break by Jordan Kologe

But taking a good portraiture is not easy. We all know this as well. How many times has the phrase “one more try” slid past your lips after disappointingly seeing the results on your viewfinder while trying to gather your family or friends for the perfect shot? Conversely, how many photographs have you seen where you wish they did say “one more try” maybe a few more times? In either case, taking a good portrait goes beyond simply snapping the lens at yourself, best friend, family, model, or complete stranger. There is a definite science to the art.

If portrait photography is something you’ve struggled with, or if you feel stuck in the same pattern and want some additional inspiration on different techniques, check out the 21 Beautiful Portrait Photos by member photographers on Imagekind below.

Want to learn how to take Portraits with the WOW factor? Check out our Essential Guide to Portrait Photography.

Pipesmoker by Emyr PughPipesmoker by Emyr Pugh

ol' Bob by Robin Neilly
ol’ Bob by Robin Neilly

p273 square2 by Alexey Vronsky
p273 square2 by Alexey Vronsky

La-la-la by Alexey Vronsky
La-la-la by Alexey Vronsky

Falling Hearts by Dana Daneli
Falling Hearts by Dana Daneli

Loaded by Distorted Retina
Loaded by Distorted Retina

 the white sheet by Lisa KC
the white sheet by Lisa KC

If you shoot at mimes, should you use by Sarah Mercer
If you shoot at mimes, should you use by Sarah Mercer

 224/365 by Souphatra Xaypanya
224/365 by Souphatra Xaypanya

It's that wonderful bathroom window light by Karin Elizabeth
It’s that wonderful bathroom window light by Karin Elizabeth

Day 222/365: Sad Clown by Karen Ilagan
Day 222/365: Sad Clown by Karen Ilagan

Cuando nadie me ve by Franca Franchi
Cuando nadie me ve by Franca Franchi

untitled by Holly Henry
untitled by Holly Henry

Carnival Chillax by Laura Ferreira
Carnival Chillax by Laura Ferreira

Tokyo Nights by Laura Ferreira
Tokyo Nights by Laura Ferreira

matters of taste by Pawel Wewiorski
matters of taste by Pawel Wewiorski

farmer`s wife in front of power plant by Hans-Joachim Herr
farmer`s wife in front of power plant by Hans-Joachim Herr

The Street as Graphic Novel 43 by Steve Gubin
The Street as Graphic Novel 43 by Steve Gubin

perfume by Pawel Wewiorski
perfume by Pawel Wewiorski

Portrait of man smoking match by Pawel Wewiorski
Portrait of man smoking match by Pawel Wewiorski

Citando Photography Tips and Tutorials

Citando também: Digital Photography School

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A Edigma apresentou recentemente em Amesterdão, na Holanda, a primeira tecnologia a nível mundial que transforma qualquer superfície plana ou curva num ecrã multi-toque.

A nova solução – DISPLAX Multitouch Technology, consiste na aplicação de uma película de polímero transparente mais fina do que o papel, capaz de tornar qualquer superfície não condutora, plana ou curva, opaca ou transparente, incluindo superfícies de vidro, plástico e madeira, num ecrã multi-toque.

Produzida nos Edigma Future Labs – Research, Development & Innovation Centers, a tecnologia é capaz de detectar até 16 dedos em simultâneo em ecrãs de grandes dimensões e o desempenho não é afectado pelas diferentes condições de luminosidade, garante a empresa em comunicado.

A tecnologia multi-toque é também sensível ao sopro (airflow detection), através da capacidade de medição da intensidade e direcção do fluxo de ar.

“O poder, a precisão e a versatilidade desta tecnologia vão continuar a abrir as portas à Edigma no mercado internacional e vai permitir explorar novas possibilidades, como, por exemplo, transformar um ecrã LCD convencional num ecrã multi-toque, ou uma mesa interactiva numa mesa multi-toque ”, sublinha Miguel Peixoto de Oliveira, CEO da Edigma.

Citando: Hipersuper

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Artigo patrocinado – E-Goi

Workshop de E-mail Marketing acontece a 25 de Fevereiro no auditório de serviços da AEP, Leça da Palmeira

«Como organizar uma campanha de e-mail marketing?»
Melhores práticas e métodos de iniciação ao sector estarão em discussão

Alvo de estudos e reflexão recorrentes o e-mail marketing é uma prática que reúne cada vez mais adeptos, inclusive fora da esfera do marketing. Uma motivação assente na elevada rentabilidade que apresenta, por oposição aos recursos investidos, apanágio dos meios digitais.

O benefício mais imediato e reconhecido por muitos, não obedece porém a uma leitura correcta da forma como concretizar o potencial do e-mail marketing, comprovada pelas elevadas taxas de SPAM (correio electrónico não solicitado).

O Workshop “Como organizar uma campanha de e-mail marketing?” acontece a 25 de Fevereiro, na Associação Empresarial de Portugal, (AEP), e aspira a garantir aos participantes as noções e métodos necessários para iniciarem as suas campanhas de e-mail marketing «O desconhecimento e o facilitismo de disparar campanhas de forma inconsequente continuam a ser os grandes obstáculos», afirma Miguel Gonçalves, director-geral do E-goi, num evento que pretende ser «particularmente esclarecedor» no que diz respeito às melhores práticas de e-mail marketing.

Constituindo-se como evento marcado pelo seu carácter mais prático e utilitário, o Workshop “Como organizar uma campanha de e-mail marketing?” dirige-se particularmente aos gestores de marketing e comunicação de qualquer ramo de actividade, mas está também aberto a profissionais independentes, agências ou consultores, entre outros.

Para os participantes estão previstas algumas surpresas. «Julgo que os participantes irão ficar agradavelmente surpreendidos», adianta Miguel Gonçalves, sem no entanto, revelar as acções previstas, referindo ainda que «garantidamente estarão em discussão as melhores práticas do sector».

Para informação mais detalhada consulte:
Workshop “Como organizar uma campanha de e-mail marketing?”


Informações Úteis:

Destinatários: Gestores de Marketing e Comunicação, Profissionais Independentes, Agências e Consultores.
Horário: 14h30 – 17h00
Contacto c/Imprensa: hpascoal@e-goi.com ou 229363772



Quem é o E-goi?

O E-goi é a plataforma de marketing multicanal desenvolvida para a gestão da comunicação digital por E-mail, SMS, fax, voz e MMS. O projecto encontra-se em desenvolvimento constante para dar a melhor resposta às solicitações dos seus parceiros e clientes.

A ferramenta é a única a conjugar todos estes canais, o que permite a sua integração de forma simples e original para comunicar e fortalecer a relação do cliente com a sua marca.

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Artigo patrocinado – E-Goi

O E-goi passou a disponibilizar postais pré-definidos para o ”Dia dos Namorados” e Carnaval de forma a facilitar a comunicação de particulares e empresas.
O amor e folia que marcam o mês de Fevereiro não passam ao lado das empresas, que procuram soluções para assinalarem as datas com originalidade, sem recurso a avultados investimentos. “As marcas necessitam transmitir aos clientes que estão ao seu lado em épocas festivas como as que se avizinham. Nesta fase, as soluções nos meios digitais, de baixo custo, são as tendencialmente mais procuradas”, explica Miguel Gonçalves, director-geral da Plataforma E-goi.
A plataforma apresenta na sua interface uma opção para que depois de optar pela criação de uma campanha de e-mail, possa escolher um dos “Modelos pré-definidos”. Depois é só seleccionar o que pretende, inspirar-se, escrever o que quiser e enviar de forma personalizada para a sua cara-metade, convocar os seus amigos para a folia do Carnaval ou comunicar com os seus clientes.
Os “templates” disponíveis contemplam ainda outros dias comemorativos. “O nosso objectivo é que seja fácil e acessível a todos, sem restrições. Para além das empresas, qualquer pessoa em nome individual pode simplesmente escolher um modelo e enviar, por exemplo, para a sua cara-metade, sem ter noções de marketing ou conhecimentos técnicos”, complementa Miguel Gonçalves.

Veja o vídeo de demonstração:

O E-goi tem dezenas de postais gratuitos de Carnaval e Dia dos Namorados prontos a enviar!

SOBRE O E-GOI
O E-goi é uma plataforma de difusão de informação publicitária, promocional e institucional através da Internet, da rede móvel e da rede fax. Idealizado e desenvolvido em Portugal como aplicação completamente autónoma via Web, o E-goi encontra-se equipado com funções avançadas de gestão de campanhas, listas e utilizadores, providenciando uma valiosa ferramenta de marketing para empresas e instituições que desejem comunicar de forma individualizada e consentida com um vasto público-alvo.

E-goi
Av. D. Afonso Henriques, nº1122, Sala L
4050-011 Matosinhos – Portugal
Telefone: +351 22 9363772
Fax: +351 22 9363774
Endereço electrónico: info@e-goi.com
Website: www.e-goi.com

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Principais pontos-chave:

  1. Competências são o nosso produto no marketing pessoal;
  2. O planeamento de marketing pessoal deve incluir o aperfeiçoamento dessas competências;
  3. Deve criar valor para estas;
  4. Deve criar relacionamentos;
  5. Deve transforma-las na forma de serviços para o seu público;
  6. Não deve partir para o mercado só com base na “aparência”. Aparência com o tempo tem tendência a desaparecer;
  7. O conhecimento aumenta com o tempo!
  8. A experiência aumenta com o tempo!
  9. É importante “aumentar a bagagem de conhecimento”!
  10. Devemos fazer com que as pessoas saibam que este conhecimento existe;
  11. No marketing pessoal falar demais de si mesmo cria uma imagem negativa;
  12. Devemos fazer com que os outros falem de nós!
  13. Cuidar muito bem do carácter, das atitudes, dos rastos;
  14. Para motivar as outras pessoas, devemos ajuda-las, criando caminhos e maneiras delas realizarem os seus sonhos;
  15. Devemos oferecer um significado para aquilo que gostaríamos que as pessoas fizessem;
  16. Devemos ter presente que marketing pessoal não é auto-promoção;
  17. Que a entrevista de emprego é uma venda;
  18. É preciso ter informações sobre a pessoa que compra. Saber o que ela faz, o que ela precisa, o que ela tem de comprar;
  19. Numa entrevista o candidato pode direccionar a conversa para valorizar o seu “cliente”;
  20. Deve direccionar as suas habilidades e competências fazendo com que elas se “casem” e sejam compatíveis com as necessidades do cliente;
  21. Não devemos nunca levar o mesmo currículo para todas as empresas;
  22. Devemos analisar a empresa e criar um currículo mais ou menos ajustado ou personalizado ao cliente;
  23. Há uma diferença entre ser empregado ou ser fornecedor do seu empregador;
  24. Não devemos dizer que queremos entrar numa empresa “para aprender”;
  25. As empresas contratam as pessoas para elas trazerem retorno financeiro, e isso é o que o profissional tem de demonstrar que é capaz de levar para a empresa;
  26. Todos os dias o profissional tem de fazer uma afirmação do seu papel, que é satisfazer os seus clientes (empregadores);
  27. O profissional deve aperfeiçoar a sua capacidade de comunicação oral e escrita;
  28. Deve melhorar a sua mensagem e o seu conteúdo e dessa forma aumentar as suas possibilidades de sucesso;
  29. A aparência deve levar em conta o ambiente ou cenário em que se encontra;
  30. E por último, não menos importante, no marketing pessoal NUNCA demonstrar o que não é!

Parafraseando: “YouTube – Marketing Pessoal – Mario Persona – Palestrante,” http://www.youtube.com/watch?v=d0hrOAblCmo.

Veja o vídeo aqui:

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Para a História, quem quiser escrever a História da Publicidade na primeira década do milénio não se poderá esquecer destes 10 trabalhos

1. Estreado em 2001, o filme Hélder da BBDO para a Prevenção Rodoviária Portuguesa continua a ser uma referência entre os anúncios com fins sociais ou pró-bono. A música de Aimee Mann também acompanhou as sequelas Teresa, Henrique, Salvador, Rosa e Isilda. A criatividade foi de Pedro Bidarra, José Heitor, Diogo Anahory e José Carlos Bomtempo, e a realização de Marco Martins para a Ministério dos Filmes.

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2. Chama-se Não É De Mais Pedir a Taça mas é mais conhecido por Menos Ais. A música criada pela BBDO tornou-se no hino da selecção portuguesa no Euro 2004. Esteve entre as cinco músicas mais tocadas na rádio e era conhecido por 90 por cento dos portugueses. A música foi criada por Manuel Faria e Nuno Tempero (Índigo), com letra de Nuno Jerónimo, Pedro Bidarra e Marco Pacheco. Já existe uma nova versão para o Mundial de 2010 na África do Sul.

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3. Houve um tempo em que as marcas tinham orçamentos à séria para produzir filmes. É disso exemplo, o filme Corrente, centrado numa baleia, que em 2004 marcava a entrada da Optimus na terceira geração de telemóveis. Uma criação da BBDO, Krypron, Pedro Bidarra, Gonçalo Morais Leitão e José Pedro Sousa.

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4. A 20 de Maio de 2005 cerca de 15 mil mulheres formaram A Mais Bela Bandeira do Mundo, uma iniciativa do BES para manifestar o apoio das mulheres à Selecção Nacional no Mundial do ano seguinte. O evento acabou no Guiness Book of Records.

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5. A menina do gás deu que falar, mas o protagonismo na área do design vai para a Pluma, a botija criada pela Brandia para a Galp Energia. Apresentada em Outubro de 2005 tornou-se num fenómeno. O design de produto foi de Rui Sampaio de Faria, numa altura em que Carlos Coelho estava à frente da empresa.

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6. Arrasou em vários festivais e ficou a dois pontos do grande prémio de imprensa de Cannes em 2005. As Bandeiras, criadas pela então FCB para a Grande Reportagem, são a campanha de imprensa da década. Ícaro Dória, João Roque, Luís Silva Dias e Duarte Pinheiro de Melo assinaram as peças.

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7. Foi a primeira campanha digital e interactiva à séria. Em Agosto de 2007, a DraftFCB elaborou em parceria com a eStara um vídeo para o Sporting onde o utilizador do site do clube podia colocar o seu nome e número de telefone. De seguida recebia uma chamada do treinador dos leões: “Estou, fala o Paulo Bento”. Gerou mais de um milhão de page views, que se traduziram em 250 mil telefonemas. A direcção criativa foi de Duarte Pinheiro de Melo e a redacção de Marcos Drummond. A produção do filme foi da Garage, com realização de Ernesto Bacalhau.

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8. Em dois anos de existência, o Meo conseguiu ganhar 500 mil clientes num mercado que parecia dominado pela agora denominada Zon TV Cabo. A presença dos Gato Fedorento, protagonistas desde o arranque do serviço, não é alheia a este resultado. Um trabalho da Partners, com direcção criativa de Lourenço Thomaz e Susana Sequeira.

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9. E as crianças da Sociedade Ponto Verde lá conseguiram pôr o país a reciclar. Presença constante na televisão, a campanha do período da TBWA, sob direcção de Leandro Alvarez, veio mostrar que apostar em crianças continua a ser uma fórmula certeira para seduzir os consumidores. “E a lata de atum, quem diria, é o pára-lamas da bicicleta da minha tia.”

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10. O Museu Efémero arrancou em Julho de 2008 nas paredes do Bairro Alto. O projecto conta com um site de apoio, onde se pode conhecer a street art e os artistas, fazer o download do audioguia para MP3 e imprimir o mapa com o roteiro. Por detrás do projecto está o rum Pampero, que pretendia dar a conhecer-se ao target jovem. No ano passado, nos festivais El Sol, Clube de Criativos, FIAP, Clio, Cannes, Londres e El Ojo, serviu para colocar Portugal, com a ajuda da Leo Burnett Lisboa, na rota dos principais prémios internacionais. Um trabalho de Erick Rosa, Horacio Puebla e Renato Lopes.

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Contact photographer for use other than private.

Citando o autor:

I’ve been into rock climbing on and off for the past couple of decades.  About the same amount of time I’ve been into photography (but that’s been more on than off).  It hasn’t been until recently, though, that I’ve become interested in marrying the two in something more than an accidental way.

After trying my hand at photographing a local indoor climbing competition and also planning an upcoming climb of a 20,000? peak in Nepal, I decided to make learning the craft a goal of mine.

In searching for someone to help me, and you, learn more about climbing photography, I turned to TwitterKamil Bialous was kind enough to heed my call and after checking out his nicely designed portfolio website(http://www.kamilbialous.com), I set about asking him a few questions in hopes of learning how he captures his wonderful images.

But first, a small bit of climbing terminology is in order:

  1. Bouldering – Climbing on boulders low to the ground and not requiring ropes.
  2. Jug or Jugging – Ascending a rope by means of mechanical equipment or knots.
  3. Crux – The hardest move or section of a climb.
  4. Rap – Short form of rappel, using a rope to descend from a climb.
  5. Crag – Rock cliffs
  6. Pitch as in Multi-Pitch – approximately one rope length (about 120-150?)
  7. Tinnies – Canned beer. This is more a Commonwealth term than a climbing term.

There are no formal rock climbing photography schools that I’m aware of, so how did you go about learning your craft?

Kamil-Bialous-KB-Banff-Sept09-6849

I started developing my climbing photography during a time when I was climbing heavily and training for climbing almost daily, for several years. This coincided with my exploratory period in photography where I was beginning to find my photographic vision. The opportunities arose from being surrounded all the time by ambitious, fun, and fit people. I started shooting bouldering on a few trips to Alabama, Georgia and Tennessee – I really love the rock in these areas, and the photos always had a very raw look to them, which I enjoyed. Photographing bouldering didn’t require me to operate a camera at a great height, and allowed me to really focus on my craft and discover new perspectives, and angles that looked good to me. That was really important to me – not replicating what was already out there.

What do you find most difficult about shooting on the side of a cliff?

For experienced climbers, shooting on a cliff will not pose too much technical difficulty. I’ll assume a new climber, or a photographer with limited ropes experience. There are a few notable challenges that present themselves. First and foremost is your own safety – learn the proper techniques, ropes, and systems management for shooting tethered to a cliff. Know, however, that once you are tethered, horizontal mobility becomes rather difficult, so your creativity may be restricted. Finding a vantage point that allows mobility for various angles and perspectives, while still allowing you to capture your vision for the shot/route/move/sequence is one of the interesting and challenging aspects to roped climbing photography. Next up is equipment management. I’ve got it dialed now with a little modified bag to hold my stuff without getting in the way, but there is no rule book on this. Comfort is also paramount while hanging in a harness for a long time while a climber works a route for the umpteenth time, so those cute sport climbing harnesses that look like a thong may not be my first choice.

What special precautions do you take to ensure your gear doesn’t take a plunge?

Kamil-Bialous-Squamish-Aug09-441

Again, no definite rule book exists for how you protect your equipment while on rope. Photographers generally work out and modify a system that allows their shooting technique the most flexibility. Personally, I tether my camera to myself, or to my main jugging rope. My gear comes on my back in a modified backpack that I can sling like a bucket below me from my belay loop or from an ascender. Careful is the keyword when changing lenses. My backpack, which also acts like a bucket due to its top opening, becomes really handy here. Camera body is never detached from its safety tether.

When you’re planning a shoot, are you typically climbing up before the climber or finding a likely location to rappel from above?

Planning for a particular shot or a shoot is really important, as you want to minimize the amount extra work you’ll be doing. You’re already hiking in with maybe 20 extra pounds, (maybe 20 extra pounds on top of that with a light setup), than the climbers, so no extra work, please. I usually start off speaking with the climber about where the crux of the route might be, or try to view and imagine the line and see where the best light, or most interesting movement may come. Again, creativity and knowledge of the sport is important here.

If I can walk up the back of the climb, and rap down, I will. Failing that I will set up an anchor and jug up the line before the climber. On new routes or projects, I will often watch a climber on their first go, and try to determine where the most interesting image or scene will happen. Upon reaching the anchors, I will ask for them to haul up my rope and set up an anchor, so that I can jug up my rope and have vertical control of where I am on the route for their next attempt. Of course, again, if you’re shooting from a rope, horizontal mobility is compromised, so see if you can get an excellent image without having to jug.

During a typical day on the wall, how many great shots can you expect to take home?

Kamil-Bialous-Squamish-Aug09-148

For each climber/route combination I photograph, I challenge myself to walk away with one “cover” shot. To me this means that on that specific day, given the conditions, lighting, climber, and rock, this one shot represents the best photograph that anyone could create that encapsulates the story of that route the best. Perhaps it was the crux move, perhaps it was a moment of failure, a missed hold, or a victorious clip of the anchors or gear placement – it has to be cover worthy. If I get one of these, I am happy. Nonetheless, I try to shoot in a documentary style throughout the day for stock. These are shots that may become something, but I went to the crag first to shoot the climbing.

The shots looking straight down on a climber coming up, do you have to do a lot of contorting and waiting to capture the moment?

It does take a little bit of practice to keep your bits and pieces like rope, gear, slings, feet, out of the frame especially when shooting with wide angle lenses. Often times ending up in a horizontal position to get the perfect perspective, or to keep something out of the frame.

At the same time, with practice, you realize that directly overhead, is usually not going to create the best photo – unless you’re shooting splitter cracks in Indian Creek, and even then it’s a maybe. Above and a little off-axis from the climb is usually best as it situates the line in the environment a little bit better. In any case, if you’re looking straight down, you’re going to have to be comfortable hanging in weird positions, waiting for the climber to reach the decisive spot on the climb. So get comfortable, and wait.

How much scouting do you do before shooting?

Kamil-Bialous-Squamish-Aug09-724

That really depends on how familiar I am with the area. If I know the area well, then very likely minimal scouting is required. The challenge will be on-location to find a new angle that I or someone else has not shot before. That’s the exciting creative side of climbing photography for me. For example, shoot really wide and far away, shoot through the trees, or shoot really tight – get the climber’s face and hand only, maybe. Try new things. Before getting to a crag, and if I know the route I’ll be shooting, I have in the past Google’d the route to see what images have been done, so that I force myself to shoot something new.

I think the climbers I shoot with really appreciate the effort in not replicating the same thing, and telling a new story of the climb. When I get to the crag, I’ve been know to drift off and walk around a lot, sometimes far away, trying to find an angle from the ground that will work best while the climbers are getting ready. In any case, I always bring a mix of gear that will allow me to shoot from wherever the best perspective is for the given route.

What is one of your most memorable adventures while photographing climbers?

Friendships and relationships are the most important thing that will contribute to a memorable climbing shoot. A lot of my shoots are on multi-day trips and each trip has its own weave of stories and misadventures. I recall one day this past summer when two friends of mine were climbing a long multi-pitch route called Angel’s Crest in Squamish, BC. Although, not particularly difficult it’s rather long at 15 pitches, and the day turned out to be really hot, particularly long for them due to some questionable route finding – offenders to remain nameless.

I comfortably watched with binoculars from the deck of a friend’s back yard as the duo wandered and meandered their way up in the heat of the day. When they were nearing the end, my friend and I headed up the back trails to the summit and awaited the climbers with a couple of cold beers that we insulated in our backpack. We were met with hoots and excitement when the tinnies came out. I snapped one of my favorite portraits of them at the top of that climb, as they quenched their thirst after 15 pitches of climbing. We hiked back down together in the dying light and had a killer bbq meal at our friend’s Peter’s house. Simple and perfect.

For the rock climbers in our reading audience, what other advice might you have to help them get started in taking great photos on the crags?

Kamil-Bialous-Squamish-Aug09-290

Without a doubt, you’ve got one step up on everyone else because you know and are comfortable with the lifestyle of the sport. For example, you know that when a climber rests on a climb, they are likely to re-chalk, when they pull out their hand out of the chalk bag, chalk will go flying everywhere and that may make for a cool photo if shot really tight. Emotions are most important in climbing images, as it’s such a dynamic and emotional activity. Don’t look in magazines to get your direction on what “look” you should be going for. Don’t try to compete with anyone for an aesthetic.

Shoot to convey what YOU believe good climbing images should look like. Shoot what YOU believe should be running in magazines. That is the only way new creative content will be produced. Don’t get too hung up on gear, the more you have, the more stuff you have to carry. Try to compete on creativity of angles, composition, and light. That is where I believe the frontier lies in climbing photography. It’s not about how sharp an element of a photograph is – it’s whether you get sweaty palms from looking at the emotion in the photo.

For those looking for further inspiration beyond the wonderful images on your site, who are some climbing photographers you admire?

Thanks very much for that. I have a couple that I really enjoy seeing the work of. First off, I think Gordon Wiltsie’s work is quite amazing. (www.alpenimage.com) I admire his work with the late Alex Lowe on some of the world’s greatest big walls, as well as the stuff he’s been shooting for National Geographic. Andrew Burr’s work is also great (www.andrewburr.com), as is Cory Richards from Canada (www.crichardsphoto.com).

I really enjoy these photographers for their documentary approach to shooting images that are essentially commercial, and depictions of emotions in their photos.

If you would like to check out more of Kamil’s work, you can find his portfolio here as well as connect with his work on Facebook and Twitter.  Thank you Kamil for lending your time and talent!

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Por Jorge Lascas

Chegou o momento de começar a falar de Marketing Pessoal em Portugal. Até porque dois temas relacionados começam também a ter maior expressão de forma organizada na sociedade. Falo do Networking e do Coaching.

O Marketing Pessoal interage com estas duas disciplinas de forma e em momentos distintos. O Coaching é importante de uma forma transversal ao apoiar o equilíbrio das dimensões da vida, na identificação dos valores pessoais, na definição dos objectivos, na definição da estratégia em todas as fases da gestão da vida pessoal e profissional. O Networking é uma ferramenta fundamental de relacionamento com o exterior.

O que é e o que não é o Marketing Pessoal?

Podemos começar por tentar definir o que é o Marketing Pessoal. Não é fácil. Prefiro a definição abrangente. Alguém disse “Tudo é marketing e marketing é tudo”. Transpondo para o campo pessoal, podemos dizer que Marketing Pessoal é tudo o que tem a ver com a pessoa. E quando digo tudo, é mesmo tudo.

Vejamos então o que não é Marketing Pessoal. Não é só etiqueta e boas maneiras. Não é só boa apresentação. Não é só capacidade de expressão. Não é só extroversão. Mas tem tudo isto.

Imagine que tem um emprego normal e que o horário de entrada é às 9h00. Chegar pontualmente às 9h00 todos os dias é Marketing Pessoal. Chegar às 8h30 é uma excelente acção de Marketing Pessoal. Chegar constantemente às 11h00 com desculpas esfarrapadas é anti  Marketing Pessoal.

Não podemos distinguir a vida pessoal da vida profissional em termos de valores e atitudes. Devemos fazer essa separação sim mas em termos de tempo. Deve haver momentos distintos, para a pessoa, a família e o trabalho. Mas os valores pessoais que regem todas as nossas actividades devem ser os mesmos. Procurando um equilíbrio em todas as dimensões da vida, os nossos objectivos devem permitir uma estabilidade pessoal, familiar e profissional.

Questionar, questionar, questionar..

Temos que nos questionar constantemente. Como exercício prévio há que saber quem somos, quais os nossos pontos fortes e fracos. Ter uma atitude de melhoria contínua da própria pessoa. Identificar os nossos valores fundamentais, aqueles dos quais não abdicamos. E fazer deles base para a nossa vida global.

Antes de começar sequer a pensar em como nos vamos promover, temos que saber se realmente somos alguém que vale a pena ser promovido. Temos que iniciar um processo de auto conhecimento e auto crítica que não pode parar nunca. Será um processo constante que nos acompanhará para sempre. Este processo pode demorar um dia ou um ano, mas não avancemos para o próximo passo sem ter este muito bem apreendido. Temos que ter a certeza absoluta que somos quem queremos que os outros saibam que somos. Porque no Marketing Pessoal temos que ser sempre verdadeiros, genuínos. Nada de máscaras.

A importância da “Short-list” mental

Quando pensa em jogar de futebol qual o primeiro nome que lhe vem à memória? Provavelmente o Cristiano Ronaldo. Porquê? Porque temos, para cada actividade, uma short-list mental de nomes. Um dos objectivos do Marketing Pessoal é fazer com que o máximo de pessoas o tenha no topo da short-list mental para a actividade que você quer ser conhecido. Se for um agente imobiliário quererá que o máximo número de pessoas se lembre de si no momento de comprar ou vender um imóvel. Quererá que essas pessoas falem de si quando um amigo lhes diz que quer comprar um apartamento. Já imaginou o potencial? Na minha actividade como comercial numa empresa de instalações eléctricas, se eu estiver na short-list mental de todos os directores de obras das grandes construtoras, se for em mim que pensam em primeiro lugar quando precisam consultar uma empresa de instalações eléctricas para uma obra nova, já imaginaram o potencial para a empresa? E isto pode aplicar-se a qualquer coisa. Há pessoas que estão na short-list dos RP’s e são convidados para todos os eventos e festas. Não tem que ser só trabalho. Pode ser aquilo que quiser que seja. Temos é que trabalhar para isso. E não é uma corrida de sprint. É uma maratona. Requer motivação, disciplina, regularidade, persistência, paciência.

Pense mais nos outros…

Para lá chegar há uma atitude de princípio que tem que tomar. Deixar de pensar em si e começar a pensar nos outros. Deixar de pensar em como pode lucrar com a pessoa que está à sua frente, mas pensar em como a pode ajudar. Pode ter a certeza. Marketing Pessoal é muito mais acerca do que faz em relação aos outros do que para si.

O Marketing Pessoal vai levá-lo ao sucesso. E o sucesso não tem que ser medido financeiramente. Pode ser reconhecimento pessoal, familiar, profissional. E não tem que ser a materialização destas relações. Pode ser, mas não tem que ser. E continua a ser sucesso. Depende do que o sucesso é para si. E pode ser qualquer coisa.

Use a sua inteligência emocional. A capacidade de se conhecer, de conhecer o outros. A atenção aos pormenores, às expressões, à linguagem corporal. A capacidade de decifrar todos estes códigos e agir. Agir em prol dos outros, na satisfação das suas necessidades.

Do ponto de vista profissional

Visto de uma perspectiva profissional, podemos dizer que somos uma empresa que tem um serviço para vender a um determinado preço. Temos uma marca que é o nosso nome, um serviço que é o nosso trabalho e um preço que é o que o mercado está disposto a pagar. Podemos então aplicar a nós o marketing que uma empresa aplica aos seus produtos e serviços. Mas para vingarmos temos que acrescentar valor. Temos que nos distinguir da concorrência. E evitemos a diferenciação pelo preço mais baixo. Procuremos introduzir uma mais-valia competitiva através de competências extra que nos diferem. Para isso apostemos na formação como melhoria contínua do nosso serviço. Identifiquemos uma necessidade no mercado, façamos a promoção das nossas qualidades que vão suprir essa necessidade, e façamo-nos pagar pelo preço justo.

Dê-se a conhecer

Vejamos então o que podemos fazer para nos tornarmos conhecidos, agora que já nos preparámos para isso. Temos que sair e conhecer pessoas. Temos que abandonar a zona de conforto. Identifiquemos quem nos interessa conhecer. Participamos em eventos, workshops, seminários. O cartão pessoal é uma ferramenta fundamental. Temos que os ter sempre connosco e não ter receio de o tirar da carteira e entregar. Utilizemos as redes sociais, não como destino final, mas como meio de introdução para o contacto pessoal. Não esqueçamos que o contacto pessoal é o nosso objectivo máximo. O contacto virtual não é mais que um preliminar. Um passo muito importante é passar da condição de participante a organizador. Dá muito mais trabalho mas tem muito mais impacto. Num evento com 100 pessoas, é impossível que fique a conhecer todos os participantes, mas certamente todos os participantes ficarão a conhecer o organizador.

O Jorge vai dar brevemente um workshop sobre este mesmo tema.

Mais info: http://networking-events.blogspot.com/2010/01/workshop-e-networking-marketing-pessoal.html

Video convite: http://www.youtube.com/watch?v=DAQMiuPSKgY

PPT slideshare: http://www.slideshare.net/jorgelascas/workshop-marketing-pessoal-improve-yourself

Sobre o autor

Jorge Lascas é licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico e frequenta uma pós-graduação em Gestão no ISEG | Tem desenvolvido actividade profissional na área comercial, marketing e comunicação, sempre ligado aos ramos da construção e imobiliário | É orador em seminários e workshops sobre Marketing Pessoal | Está nomeado para os prémios “Linkedin European Business Awards 2010″ na categoria “Rising Star of the Year”.

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Inauguro hoje o primeiro Post de colaborador em RV Marketing. Muito obrigado ao Colega Sérgio Luis Domingues.

Espero que este primeiro artigo seja o inicio de uma longa e profícua parceria na disseminação do conhecimento em Marketing.

Eis então que surge a possibilidade de falar sobre o Marketing Mix e sobre a forma que foi desenhado:

O QUINTO P DO MARKETING

Por: Sérgio Luís Domingues

Muito além de um “modismo” passageiro, a Personalização é uma megatendência comportamental de mercado, e, portanto, deve ser incorporada ao Marketing Mix somando-se aos consagrados quatro “Ps” (Produto, Preço, Prazo e Promoção) para tornar-se o quinto “P” do marketing. Já que esta nova ferramenta de marketing vem ao encontro dos desejos do consumidor moderno que demonstra claros sinais de querer ser tratado de forma exclusiva e personalizada.

A ciência, no anseio de elaborar o remédio mais eficaz a cada organismo, está se valendo de informações genéticas do paciente para preparar medicamentos específicos a cada pessoa. A grande maioria dos remédios – cerca de 90% – só faz efeito em menos de metade da população. A categoria de remédios que tem o menor percentual de eficácia, é a dos medicamentos para câncer, que fazem efeito em apenas 25% dos doentes.

Ir mudando o tratamento até a resposta desejada, como se faz hoje em dia, nada mais é que um método primitivo de tentativa e erro. Mas o futuro da medicina aponta para outra direção. Os cientistas estimam que em menos de vinte anos os tratamentos serão muito mais precisos: vem aí a era da “farmacogenética”. Uma ciência que vai produzir remédios usando as informações personalizadas do projeto genoma que destrinchou o código genético do ser humano. No futuro, a farmacogenética desenvolverá medicamentos específicos para cada pessoa. Tudo isso a partir de um mapa genético armazenado em computador.

A Personalização hoje mais do que nunca tem espaço para se firmar como realidade de mercado, visto que a tecnologia de armazenamento e processamento de informações, bem como de interligação de banco de dados, propiciam a criação de super conjuntos de informações tão personalizados sobre os consumidores, fazendo com que seja possível desvendar quase todos os nossos gostos e preferências pessoais acerca de praticamente tudo o que consumimos, seja em termos de cultura, lazer, vestuário, alimentação ou veículos automotores.

Um exemplo de cruzamento e rastreamento de dados entre computadores, descrito por Stephen A. Cone na obra: “Além do ano 2000: o futuro do marketing direto”: Um funcionário de uma grande empresa que viveu por sete anos na Flórida e adorava seu conversível esporte, recebe uma importante promoção e tem de ir morar em Boston até o final do ano.

O funcionário põe à venda sua casa na Flórida e começa a procurar uma residência em Boston, cancela algumas assinaturas de jornais e revistas locais, e várias semanas antes da mudança, recebe uma correspondência do fabricante do conversível dizendo que se planeja levar o carro para Boston, deveria prepará-lo para o inverno em uma concessionária autorizada, imediatamente após a chegada. Além disso, o fabricante menciona alguns modelos de carros com tração nas quatro rodas e com tração dianteira que poderia considerar agora que terá de trafegar na neve e até faz uma oferta especial.


A carta explica ainda que, se comprar um desses modelos, o funcionário poderá deixar o conversível durante os meses de inverno em uma das diversas concessionárias autorizadas da região de Boston, reservando-o para a temporada de verão, ou, caso prefira vender o conversível antes de se mudar, o fabricante pode cuidar disso e entregar um novo carro no novo endereço em Boston. Detalhe: o funcionário não avisou a ninguém que estaria mudando. Os dados foram prospectados nas pesquisas de motivo de cancelamento de assinaturas de revistas e jornais locais na Flórida.

A mídia personalizada

Atualmente a Personalização chega a quase todos os setores da atividade econômica. A mídia impressa edita jornais e revistas com páginas a mais ou a menos de acordo com as preferências de seus leitores. Os anúncios já trazem o nome completo dos consumidores, impresso no exemplar de assinante que é entregue em seu domicílio.

Enfrentando problemas de circulação estagnada, os jornais começaram a customizar suas notícias, propagandas e até as páginas de editorias e esportes, a fim de chamar a atenção dos leitores das áreas nobres, o Los Angeles Times, tem sete edições para áreas específicas, destinadas às comunidades circunvizinhas.

No início de 1991 a Newsweek foi uma das primeiras revistas de grande circulação a introduzir uma sofisticada tecnologia de impressão conhecida como encadernação seletiva. O serviço, alimentado por técnicas computadorizadas de impressão e por database marketing, permite que os anunciantes alcancem somente os assinantes que desejam.

Baseados em uma combinação de dados demográficos com comportamento de compra, a Newsweek vem utilizando a técnica para customizar suas edições para os leitores, adicionando páginas na revista de acordo com o interesse da pessoa que a recebe, sua idade, trabalho e atividades de lazer.

A Tv por assinatura já permite a visualização de ângulos de câmera personalizados pelo assinante, fazendo ainda, uma interatividade que fará com que as atuais redes de canais abertos de televisão, repensem o conceito de “horário nobre”. Cada telespectador poderá assistir ao seu programa favorito, em dia e horário que desejar, pois a Tv por assinatura permite a gravação digital e aleatória da programação.

As estações de rádio seguem cada vez mais rumo à personalização com seus ouvintes, tornando-se o parceiro local e tático dos anunciantes. Novos formatos que possam atender às necessidades dos ouvintes e anunciantes entre um grupo geodemográfico ou um determinado perfil psicológico, em qualquer mercado, têm sido desenvolvidos ao longo dos anos.

O rádio também tem se esforçado para se tornar um “cidadão” da comunidade. Isso pode ajudar os anunciantes a fortalecerem as alianças entre o comércio varejista com promoções e eventos. Como o rádio está entre as mídias mais portáteis, pode ser utilizado para transmitir importantes mensagens lembrando a marca, excepcionalmente, junto no ponto-de-venda.


O culto à personalidade

Tanto Faith Popcorn, quanto John Naibitt anteviram em seus livros de previsões de tendências e megatendências na economia, o “triunfo do indivíduo ou a egonomia”. O que podemos chamar aqui de culto à personalidade.

Freud nos disse que o Ego é a parte do aparelho psíquico que está em contato com a realidade externa. Tem a tarefa de garantir a saúde, segurança e sanidade da personalidade. Assim, o Ego é originalmente criado na tentativa de enfrentar a necessidade de reduzir a tensão e aumentar o prazer. E não há nada mais prazeroso do que nos sentirmos únicos, exclusivos e ouvindo nosso nome pronunciado por um estranho. Algumas empresas já se aperceberam disso e personalizaram seus anúncios nos quais o leitor se depara com seu nome completo impresso na peça publicitária. Por isso, o que deve ser pensado em termos de marketing neste início de século XXI é a desmassificação do mercado de massa para a personalização deste mesmo mercado.

Atualmente, segundo as previsões de Popcorn e Naibitt a tendência é ser bastante individual, em vez de apenas mais um no grupo. Assim, meu argumento de incluir a Personalização como uma das ferramentas do Marketing Mix vem ao encontro de todos esses fortes indicadores sociais de hábitos do consumidor.

Os consumidores estão preferindo cada vez mais produtos personalizados. Pois querem que suas necessidades sejam totalmente satisfeitas. Estamos na era da diversidade e as pessoas querem sentir-se como se estivessem adquirindo algo especial.

Desde 1998 a Mattel disponibiliza em seu site na internet a possibilidade de personalização das bonecas Barbie. As meninas podem escolher a tonalidade da pele da boneca, a cor dos olhos, o penteado, a cor dos cabelos, as roupas, os acessórios e o nome. Elas também preenchem um questionário onde falam sobre suas predileções na boneca.


Quando a Barbie personalizada é entregue pelo correio, as meninas encontram o nome que deram à boneca na embalagem junto a um pequeno texto que descreve sua personalidade.

A Custom Foot, uma empresa de Westport, Connecticut, com cinco lojas, tira 13 medidas dos pés das mulheres e envia o resultado eletronicamente para a Itália. Os sapatos são feitos sob medida e levam em conta o formato e as saliências dos pés de cada cliente.

A Bigcicle Industrial Company em Kokubu, Japão, fabrica bicicletas sob encomenda em uma linha de montagem. As bicicletas com medidas fornecidas pelo cliente são entregues duas semanas após os pedidos, e a empresa oferece 11.231.862 variações de seus modelos, a preços 10% acima dos preços dos modelos prontos.

No Brasil a personalização industrial chegou há mais de uma década nas tintas de alvenaria. O cliente procura o revendedor, lá é orientado sobre o sistema de personalização das cores, escolhe as de sua preferência diante dele, a tinta é colocada na máquina juntamente ao corante, cuja dosagem é ajustada por computador e, em minutos, a tinta personalizada é entregue.

A personalização e a privacidade

À medida que forem surgindo softwares capazes de “rodar” em  poderosos hardwares, os bancos de dados poderão se comunicar livremente, inclusive com o auxílio da Internet, aumentando ainda mais a velocidade e a interatividade de conexão entre as informações a cerca dos consumidores que terão seus dados circulando a velocidades sequer imaginadas pelo mais ávido roteirista de ficção científica de Hollywood.

A partir do momento em  que os profissionais de Marketing vão se habituando a trabalhar com esses novos parâmetros tecnológicos, capazes de fornecer combinações infinitas de dados sobre os consumidores, as novas necessidades e desejos dos que esperam atenção personalizada, e que estão dispostos a pagar por ela, poderão ser atendidas, sejam elas uma em 100 ou a 10 milhões de clientes.

Parece ficar cada vez mais claro que é praticamente impossível se ter personalização e ter controle sobre a privacidade.

Na rede, as empresas têm motivos fortíssimos para colecionar dados sobre os consumidores. A Internet permite que as companhias ofereçam serviços e anúncios personalizados a seus clientes, mas antes é preciso ter no banco de dados as preferências de cada um. Da forma como a falta de privacidade na web vem se generalizando a cada dia, apesar dos mecanismos criados para tentar freá-la, em breve as metrópoles se parecerão com as pequenas cidades do interior em um aspecto: todo mundo saberá tudo sobre a vida dos outros.

Por exemplo, se uma locadora vende a listagem de predileção de filmes de seus clientes a outras empresas, seria ético o cidadão começar a receber mala direta pornográfica em seu endereço, ou através de e-mail, apenas porque em seus dados da locadora consta que este gênero de filme é o mais locado por ele durante o mês?

Nos Estados Unidos, após um repórter ter conseguido tais informações sobre um cidadão, e este ter negado a locação dos filmes, o Congresso americano rapidamente aprovou uma lei proibindo locadoras de fornecer informações a indivíduos ou a profissionais de marketing.

Ainda nos Estados Unidos, a Farrell`s, uma loja de sorvetes, vendeu sua lista de aniversários de crianças para o serviço de seleção do Exército americano, que a utilizou para certificar-se de que jovens que completam 18 anos sejam engajados no serviço militar.

Visto por este prisma, e, à luz destes breves exemplos, não se pode deixar de temer a figura “orwelliana” do “Grande Irmão” a nos bisbilhotar a todos diuturnamente.

O problema é que não se pode frear a tecnologia, e nem direcioná-la para a prática comercial do bem. O mesmo banco de dados funcionando à velocidade da luz  pode servir às legítimas ações de marketing, bem como a empregadores que investigam se o candidato esteve, ou está envolvido com indenizações trabalhistas.

Logo, é importante para os homens de marketing tentar compreender melhor os pontos de vista de seus consumidores no que tange à privacidade, e tomar muito cuidado para evitar tropeços que possam denegrir a reputação da empresa, e da indústria, e o valor de troca a logo prazo, que afinal, é a razão de existir do marketing, com ou sem Personalização.

Desta forma, meu argumento inicial de que a Personalização deve ser encarada como o quinto P do Marketing, encontra respaldo na prática cada vez mais rotineira de empresas que estão atentas às mudanças ambientais de seus mercados.

Veremos ainda os defensores da privacidade do cidadão travarem batalhas sobre o que é ético ou não nessa briga pela obtenção de informações sobre o consumidor. Mas o fato é que diante dos argumentos e fatos expostos, a Personalização, passará dentro em breve a ser considerada – a exemplo do que proponho hoje -, como o quinto P do Marketing.

Sérgio Luís Domingues é jornalista, pós-graduado em Marketing e Comunicação, professor e consultor de marketing.

www.sergiodomingues.com.br

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Centromarca inicia dia 19 de Janeiro, a primeira campanha das marcas em Portugal. O objectivo desta campanha é sensibilizar os consumidores para a importância das “Marcas Originais”.

«Queremos sensibilizar os consumidores portugueses, porque é o consumidor quem decide pelos valores das Marcas Originais e os benefícios que trazem: variedade, conveniência, especialização, garantia e confiança. Se não existissem Marcas Originais, não poderíamos escolher, a nossa vida seria mais complexa e pobre. É por esta razão que a Centromarca lança a campanha Marca Originais», explica a directora-geral da Centromarca, Beatriz Imperatori.

A campanha “Marcas Originais” criada pela Partners e produzida pela Gato Vadio vai estar no ar durante seis semanas em Televisão e Imprensa escrita, e é a primeira do género em Portugal.

Citando: Marketeer

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Portraiture-Personality.jpg

The following guest post on capturing personality in portraiture was submitted by Christina Dickson, a portrait photographer and photography instructor from Portland, Oregon. Her work can be seen at: www.christinanicholephotography.com.

Question: What’s the difference between the generic “take your pictures in 20 minutes” portrait studio’s in every mall, and the portrait artists who make hundreds of dollars on a single portrait session?

Personality

The end goal of many generic portrait studios is to make a sale.

For successful portrait artists, capturing personality is the end goal.

Great portraitists know how to capture personality, and that is how they make their money.

Capturing personality is an exciting challenge, but it is not impossible. All it takes is attention to detail, and genuine care about your subject as an individual.

First, Investigate

Spend some time getting to know your subject

Portraiture-Personality-Nicole.jpg

Before every shoot, ask questions with sincere interest. Is your client dramatic, or laid back? Do they like quiet moments, or bold statements? Are they more likely to be found surfing a wave, or sitting in a library? Imagine how unprofitable it would be for you to take portraits of a book-worm in the middle of a skate park! You won’t find out about these details unless you inquire.

When I met up with Nicole (pictured left), we spent some time scoping out the location of our shoot at the Dallas Arboretum. As we walked, we talked about her interests, and her pursuits. I found out that while she was a very chic and adventuresome girl, she also had a really soft feminine side that could be captured perfectly in a garden setting. I also noticed that she had a tendency to brush back her side-swept bangs when she was feeling shy. Though this motion seems to be spontaneous in the portrait, it is actually very signature to her personality.

Second, Observe

Watch your subject as you interact with them

Find out their little tendencies. Do they favor one side of their face more than another? Do they blink a lot? Do they like a serious expression more than a smile? If you can find these hidden “signatures”, you will be empowered to capture your client’s personality like no one else.

Third, Engage

If you truly want to highlight your clients’ personality, you will draw them out of their skin.

Portraiture-Personality-Caleb.jpg

While you are shooting, guide them through the emotions you want to capture with your conversation. Talk to them. Laugh with them. Entertain them. People are most readily themselves with someone they can be comfortable with. Endeavor to be that person.

Unbeknownst to me, Caleb (pictured right) was an aspiring filmmaker who liked very few portraits of himself. As I shot, I chatted with him as friend-to-friend, catching smiles and glances that really defined who he was as an every day person. When Caleb received the prints, he told me that this was his favorite portrait ever taken, because it reminded him of a portrait of his icon, and role model, film maker Mel Gibson.

If you want to be a successful, high income, portrait photographer, remember that your job is to show people the way they see themselves … their personality – and in the most flattering way possible. If you capture the personality of your subjects well, they will tell their friends about you and will continue coming back to you again and again.

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Citando: http://digital-photography-school.com/capturing-personality-in-portraiture#ixzz0dAjv6PC0

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Sobre este blog...

A minha casa, é a sua casa. Nela falo sobre actualidade... mas falo essencialmente sobre Marketing e Fotografia. Ambas paixões, uma trabalho, a outra puramente lazer. Leia, divulgue e comente!

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    Jaipur - Agra village 1Causette #3, juillet-août 2009, UneIMGP1610 (gimp)IMG_0450IMG_4103For driving in a effing buslane in effing rosebank. FFS. Go fight some real criminals.
  • Cristina: Obrigada por este artigo. Quando o marketing para além de nos ligar a uma profissão, é tambem uma [...]
  • Diogo Ferreira: Está aqui uma óptima sistematização daquilo que se deve ter em conta quando se pensa em marketin [...]
  • isabel gomes: Olá! Isto é bastante interessante, já n vai haver desculpas para n se rezar....! Cá espero por [...]
  • Rui Almeida: "Entusiasmo é a inspiração de qualquer coisa importante. Sem ele, nenhum homem deve ser temido; e [...]
  • Ana Santiago: Muito interessante o post, bem como o blog. Parabéns! Ana Santiago [...]

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